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Hacktivismo e cyberativismo: guerra eleitoral na internet




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O Brasil já conta com 84 milhões de usuários de Internet. O país é o quarto com mais empresas conectadas. Somos o terceiro maior país do mundo em número de Internautas. Passamos mais de 61 horas por mês conectados na Internet. A Internet já é a segunda ferramenta utilizada pelo eleitor para decidir seu voto. Pesquisas revelam que 12% dos eleitores utilizam a Internet com prioridade, na hora de formar sua decisão de voto. Poucos partidos, coligações e candidatos despertaram para a importância de um digital team apto a extrair as melhores oportunidades da regulamentação da rede, posicionando e gerando buzz positivo, formando opinião e principalmente, monitorando candidato e oposição, identificando irregularidades e procedendo com denúncias a Justiça Eleitoral. Neste cenário, não basta presença na Internet, mas principalmente, contar com um time de inteligência digital que defina melhores estratégias na rede, fidelize pontos de influência e que principalmente, esteja atento a ação de concorrentes, crackers e golpistas, que em simples atos, podem prejudicar completamente uma campanha eleitoral. Do mesmo modo, uma militância está apta a lidar com o eleitor 2.0 se conhecer as mídias cidadãs, como ele pensa, e as minúcias da legislação aplicada à rede, com o entendimento dos Tribunais nas experiências eleitorais entre 2008 e 2010. Neste sentido, informar, capacitar a militância demonstra-se fundamental. A presente palestra tem objetivo apresentar o atual cenário do ciberativismo no Brasil, lançar bases para formar estrategistas digitais, aptos a projetarem, implementarem e desenvolverem ações na rede, bem como traçar o cenário futuro relativo ao hacktivismo, este entendido como elemento essencial ao Estado Democrático de Direito e para proteção do cidadão em face das investidas do Estado.

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